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Parcerias entre o público e o privado são receita de sucesso no urbanismo!

Adoção do Mirante Santa Terezinha, no bairro do Farol. O mirante foi totalmente revitalizado pelo programa de adoção de áreas públicas, o projeto é da Prefeitura de Maceió e é realizado por intermédio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds). A adoção de espaços públicos é formado através de convênios entre empresas da iniciativa privada e a Prefeitura.

De encontro com essa ideia Emilson C D Silva publicou um artigo cientifico do Movimento Cidade Bonita explicando a  lógica econômica por trás do movimento, encontramos o pensamento que uma bela cidade deveria aumenta a satisfação de seus moradores , portanto, o aumento dos valores dos imoveis, bem como expande os negócios da cidade, com aumento das vendas  de bens e serviços da cidade para os clientes locais e  turistas. Como exemplo disso foi a construcao do Parque Millenium , uma parceria entre o publico e privado. que valorizou em 10 mil dolares o m2 dos imoveis na regiao.

“Maceió está ganhando mais um ponto turístico, com uma nova iluminação em LED e que virou uma obra de arte através do projeto da Ana Maia e da Rosa Piatti, duas designers que levam o nome de Maceió e de Alagoas para o Brasil inteiro e alguns países com suas obras de arte. Quem vier ao Mirante Santa Terezinha irá deslumbrar de uma bela vista e de uma belíssima obra de arte”, destacou o prefeito Rui Palmeira.

O titular da Semds, Gustavo Acioli, comentou a importância de parcerias na adoção de espaços públicos. “Essa é a primeira adoção de um mirante em Maceió e vemos que deu muito certo, este espaço merecia uma transformação. Estamos buscando revitalizar alguns mirantes da capital e nada melhor que uma parceria para realizar uma intervenção urbana como esta, onde o maceioense poderá vir aqui e desfrutar de uma bela paisagem e

de arte, agora, temos que cuidar desse belíssimo espaço que irá receber turistas e servir para a realização de eventos culturais “, pontuou o gestor.

A arquiteta, designer e artista plástica Ana Maia explicou como surgiu a ideia de adoção do mirante. “A ideia surgiu há dois anos quando decidi montar o atelier aqui no bairro, mas vi que a área estava abandonada. A partir daí tomei a decisão que não adianta ficar trancada dentro do escritório e não interagir com o bairro, principalmente aqui, onde temos um belíssimo visual. Abracei a causa, me informei, procurei quem poderia me guiar nessa jornada e fui atrás. Após algumas conversas co

m a Prefeitura, construímos o projeto de adoção da área que foi acolhido pela Semds e por nós realizado. Fico muito feliz em ver que um local que estava ‘morto’, agora, chama a atenção de todos que passam pela região e em ver também que os vizinhos estão contente com a revitalização do mirante“, disse Ana Maia.

O mirante também recebeu ações da Superintendência Municipal de Energia e Iluminação Pública (Sima), é o que explica o diretor técnico do órgão, Luis Casado. “Implantamos sete luminárias em LED, três postes de metal, 45 metros de mangueiras iluminadas e dois projetores neste espaço que foi revitalizado. Foram instaladas também mais oito luminárias um pouco mais à frente, na segunda parte do mirante, e ainda este ano a rua receberá LED em toda a sua extensão”.

Para a secretária adjunta de Turismo, Luciana Sagi, o destino Maceió tende a crescer ainda mais com espaços iguais ao mirante. “O nosso objetivo é apoiar a divulgação desse espaço para a visitação do local, tanto para a observação da cidade como para ponto turístico, além de divulgar a nossa arte e artistas alagoanos. É um mirante diferente de todos os outros, com um espaço lúdico, com uma bela intervenção urbana, tudo isso chama a atenção

 

do turista pelo simples fato de fugir do comum, agregando valor ao local e a cidade”.

Prefeitura de Maceió

Fonte: Prefeito entrega revitalização do Mirante Santa Terezinha – Prefeitura de Maceió 

Casa sustentável e acessível

Design Universal

Design Universal é o espaço pensado para se adequar às necessidades individuais das pessoas idosas e com deficiência, incluindo aqueles com
visão parcial e cadeiras de rodas. O projeto é
concebido em dimensões adequadas aos mais diversos usuários.

As cubas são rasas e torneiras estão a uma altura acessível. As bancadas podem ser feitas para subir e descer e o controle da torneira podem ser feitas pelo pé. O sifão pode ser sanfonado para se adaptar a altura da pessoa.Os lavatórios devem ser suspensos, send
o que sua borda superior deve estar a uma altura de 0,78 m a 0,80 m do piso acabado e respeitando uma altura livre mínima de 0,73 m na sua parte inferior frontal.
As torneiras de lavatórios devem ser acionadas por alavanca, sensor eletrônico ou dispositivos equivalentes. Quando forem utilizados misturadores, estes devem ser preferencialmente de monocomando.a face externa frontal e ter dispositivo de proteção do tipo coluna suspensa ou similar. Não é permitida a utilização de colunas até o piso ou gabinetes. Sob o lavatório não deve haver elementos com superfícies cortantes ou abrasivas. O comando da torneira deve estar no máximo a 0,50 m da face externa frontal do lavatório.

Espaços devem ser planejados

Os espaços devem ser planejados para que a cadeira de rodas possa circular livremente. As janelas devem ficar a uma altura mais baixas que a convencional, p
ara possibliltar abrir e fechar e dar visão.

As tomadas e interruptores e quadro de distribuição devem ficar a uma altura de 60 cm (dependendo do tipo de deficiência fisica).

Condições Gerais da Acessibilidade

Lei de acessibilidade – Decreto lei 5296
I – acessibilidade: condição par
a utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações,
dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;

II – barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento, a circulação com segurança e a possibilidade de as pessoas se comunicarem ou terem acesso à informação, classificadas em:
a) barreiras urbanísticas
as existentes nas vias públicas e nos espaços de uso público;
b) barreiras nas edificações: as existentes no entorno e interior das edificações de uso público e coletivo e no entorno e nas áreas internas de uso comum nas edificações de uso privado multifamiliar;
c) barreiras nos transportes: as existentes nos serviços de transportes; e
d) barreiras nas comunicações e informações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos dispositivos, meios ou sistemas de comunicação,
sejam ou não de massa, bem como aqueles que dificultem ou impossibilitem o acesso à informação;
III – elemento da urbanização: qualquer componente das obras de
urbanização, tais como os referentes à pavimentação, saneamento, distribuição de energia
elétrica, iluminação pública, abastecimento e distribuição de água, paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico;
IV – mobiliário urbano: o conjunto de objetos existentes nas vias e espaços públicos, superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação, de forma que sua modificação ou traslado não provoque
alterações substanciais nestes elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, telefones e cabines telefônicas, fontes públicas, lixeiras, toldos, marquises, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga;

V – ajuda técnica: os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa
portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida;
I – edificações de uso público: aquelas administradaspor en
tidades da administração pública, direta e indireta,
ou por empresas prestadoras de serviços públicos e destinadas ao público em geral;
VII – edificações de uso coletivo: aquelas destinadas às atividades de natureza comercial, hoteleira, cultural, esportiva, financeira, turística, recreativa, social, religiosa, educacional, industrial e de saúde, inclusive as edificações de prestação de serviços de atividades da mesma
natureza.

Fonte:http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagens-filefield-description%5D_24.pdf

Calçadas residenciais permeáveis

calcada permeavel

calcada permeavel

CALÇADAS RESIDENCIAIS e responsabilidade

As CALÇADAS RESIDENCIAIS são de responsabilidade do proprietário do imóvel estão sob pena de multa se não cumprirem o padrão arquitetônico da sua cidade com normas de acessibilidade.

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calcada permeavel

ADAS provocam inundações

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calcada permeavel

Apesar de concreto durar muito tempo – a criação de  pátios, calçadas e estradas, além de fundações para casas – a produção de concreto gasta um monte de energia. E esse não é o único problema com o concreto:  a chuva não escoa para o solo. Como a chuva que se acumula e água começa a fluir fora do concreto, que pode criar problemas. Mas os materiais já estão disponíveis para fornecer uma base sólida e ainda permitir que a água escoe completamente.

calcada permeavel1

calcada permeavel

A água subterrânea é uma fonte de água potável. Além disso, nutre as plantas enraizadas e árvores. Alimentados pela chuva, a água subterrânea tem se tornado um recurso ameaçado, em parte por causa dos materiais impermeáveis usadas em novos desenvolvimentos e em torno de cidades e vilas. Telhados, estradas e pistas, estacionamentos, calçadas, calçadas, pátios e quadras de tênis impedir a água de superfície de infiltração no solo.

calcada permeavel de borracha reciclada

calcada permeavel de borracha reciclada

Estas superfícies impermeáveis, muitas vezes desviam a água em galerias pluviais e em córregos. A torrente de água pode resultar em inundações onerosa e por vezes fatai

s. O escoamento superficial também carrega poluentes tóxicos, tais como produtos químicos e óleo de calçadas e estacionamentos, em rios, lagos e represas, onde polui a água potável e causa danos.aos animais selvagens

Outro problema causado pela pavimentação é o acúmulo de calor e em torno de cidades e vilas. Asfalto e concreto absorvem a luz solar e convertê-la em calor. O acúmulo de calor extra em torno de cidades e vilas é conhecido como o “efeito de ilha de calor”.


CALÇADAS RESIDENCIAIS PERMEÁVEIS

Da próxima vez que você construir um pátio, a passagem, o espaço de estacionamento ou garagem, pode resolver estes problemas através da instalação de materiais permeáveis, alguns dos quais permitem a grama crescer neles. Muitas opções atraentes permitirá a água escorrer para o chão. Alguns chegam a reduzir a acumulação de calor em torno dos edifícios.

Quais são suas opções?


• Piso de blocos intertravados drenantes de concreto ou pisograma, da Glasser.
CALÇADAS RESIDENCIAIS PERMEÁVEIS
OPÇÕES DE MATERIAIS

• Placa pré-moldada drenante de concreto e fibras naturais. Piso de blocos drenantes de concreto e borracha de pneu reciclado, da Braston.

• Placa pré-moldada drenante feita 100% de borracha de pneu reciclada, da Piso Leve.

• Piso drenante fabricado com 82% de material reciclado, descarte de indústria cerâmica e cimento, da Gyotoku.

Antes de comprar, certifique-se de que os pisos atendem às normas da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).

Para pátios ou passeios, considere a instalação de pavers de concreto permeável. Os pavers são sólidos, mas se eles estão espaçados corretamente, drenos de água entre eles. Pavers são
colocados sobre um leito de areia ou cascalho, que filtra a água antes que ela se infiltra no solo. pavimento permeável são feitas de betão ou de pedra cortados e estão disponíveis em diversos estilos.

Pedras Portuguesas!! Aaaaah, que bela armadilha para cadeirantes e idosos!

Quem é a favor de banir as pedras portuguesas de qualquer calçada nova que for  feita no Brasil, levante a mão!! Uma barreira para cadeirantes e idosos, ridículo que ainda não fizeram nada contra isso! Arquitetos, watch out!!

http://www.meionorte.com/entretenimento/atriz-beatriz-segall-tropeca-e-cai-em-calcada-no-rio-e-fica-ferida-214421

acessibilidade cadeiranteSerão liberados até R$ 30 mil por pessoa. Dinheiro deve ser usado na compra de equipamentos ou reforma da casa.
11/02/2014
Por Flávia Alvarenga
Brasília

Pessoas portadoras de algum tipo de deficiência vão poder, a partir desta terça-feira (11), fazer empréstimo a juros baixos. O dinheiro deve ser usado na compra de equipamentos ou na reforma da casa para facilitar a circulação de quem usa cadeira de rodas. Serão liberados até R$ 30 mil por pessoa.
O arquiteto Assis Aragão ficou tetraplégico depois de um acidente de carro. Hoje, ele mora e trabalha em uma casa adaptada. Como é arquiteto, ele mesmo projetou a reforma: o banheiro tem um box maior, que cabe a cadeira de rodas, a cama tem acesso fácil aos controles remotos e as portas são mais largas. “Consigo me movimentar dentro da casa com toda facilidade necessária”, afirma.
Com a nova linha de crédito, reformas como essa serão mais fáceis de fazer. Para pedir o empréstimo, é preciso ganhar até dez salários mínimos e apresentar um projeto assinado por um arquiteto, que respeite os critérios de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e informe o material e a mão de obra que serão usados. A casa ou apartamento também devem estar registrados no cartório de imóveis.
As taxas de juros são menores, abaixo do mercado, mas há um limite: “Todas as instituições financeiras têm um limite de 2% ao mês e nos casos dos bancos públicos oficiais tem uma subvenção econômica que pode ir até 0,41% ao mês”, explica Arnaldo Lima, coordenador de Políticas Sociais do Ministério da Fazenda .

Calçadas interessantes

A calçada mais interessante e aquela que nao tem barreiras fisicas para cadeirantes, com rampas, sem obstáculos, dentes, inclinações exageradas,desniveis, buracos, irregularidades ou pisos difíceis de percorrer…
rampa inclinacao1rampas inclinacoes
acessibilidade

acessibilidade

Mas se você quer ver algumas ideias interessantes com:

Grama e concreto, concreto estampado, colorido, blocos de concreto, pavers de concreto, passarela de concreto, bloco de concreto e seixos rolados

Concreto  com borda de pedra
Concreto com  ardósia
Concreto de dois tons
Concreto estampado com cores